domingo, 11 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
treinamento morro acima
Uma montanha para completar seu treinamento no periodo de base. Em provas de rua os percursos costumam apresentar trechos de aclives e declives, e mesmo em provas totalmente planas voce pode obter excelentes resultados incluindo treinos em subidas no periodo de base .
Correr em aclives provoca uma sobrecarga sobre o sistema fisiológico resultando em aumento de força e função. a sobrecarga deve aumentar de forma gradual e respeitando a individualidade biológica.
O trabalho de força desenvolvido com movimentos específicos da corrida desencadeia adaptações especificas sem a necessidade de intercambio entre treinamento de força e aeróbio.
- subidas longas e continuas estimulam o trabalho das fibras musculares tipo 1, estas são de contração lenta e resistentes a fadiga. bem apropriadas para corridas de longa duração.
- tiros curtos e intervalados estimulam as fibras musculares tipo 2, estas de contração rápida. possuem alta capacidade de transmissão de energia. responsáveis pela força explosiva.
- a técnica pode ser melhorada com o fortalecimento dos músculos das pernas e pelo trabalho dos braços em maior amplitude nas subidas .
- quando aparecer um treino de ladeira em sua planilha não se assuste, ataque a subida e colha os frutos em sua próxima competição.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
HIDRATAÇÃO
Fundamental para a sobrevivência do homem, assim como dos outros seres vivos, a água corresponde à cerca de 70% do peso do tecido muscular, enquanto que a gordura - o tecido menos hidratado do corpo humano – é composta por cerca de 20 a 30 % de água. Desta forma, os indivíduos que são magros e musculosos possuem uma maior quantidade de água no organismo se comparados com aqueles indivíduos que apresentam maior percentual de gordura.
Durante a prática de exercício, somente 25% da energia produzida é utilizada para o trabalho mecânico enquanto que 75% é transformado em calor, que precisa ser liberado para evitar o superaquecimento do corpo (hipertermia). A transpiração é responsável pela dissipação do calor do corpo - que possui em média três milhões de glândulas sudoríparas – sendo essa produção de suor muito variável de indivíduo para indivíduo.
O consumo de água é de extrema importância para a saúde e desempenho do indivíduo. A dificuldade de se manter um balanço entre a perda e o consumo de líquidos ocorre devido a limitações na freqüência da ingestão de líquidos, esvaziamento gástrico e absorção intestinal.
A perda de líquidos é particularmente mais evidente durante a prática do exercício em ambientes quentes e úmidos. Nessa situação, a eficácia do esfriamento por evaporação é dificultada pela alta pressão de vapor do ar ambiente.
A evaporação constitui a principal defesa fisiológica contra o superaquecimento. Assim, calor é transferido continuamente para o meio ambiente enquanto a água é vaporizada a partir das vias respiratórias e da superfície cutânea.
Quando o suor entra em contato com a pele, ocorre um efeito de esfriamento. Por sua vez, a pele tem como função, esfriar o sangue que foi desviado do interior para a superfície. Além da perda de calor por sudorese, cerca de 350 ml de água atravessam a pele diariamente e são evaporados para o meio ambiente.
Através do suor eliminamos calor e junto com ele, a água. Quando essa perda de água atinge entre 1 a 2% do peso corporal, o sistema nervoso é acionado e estimula a ingestão de líquidos pela sensação de sede. Vale lembrar que quando chegamos a ponto de sentir sede há um sinal que o corpo já está em processo de desidratação e tanto a saúde quanto a performance tendem a ficar comprometidas.
São responsáveis pela eliminação de líquido do organismo humano: os rins (urina), trato gastrointestinal (fezes), glândulas sudoríparas e, constantemente, através do trato respiratório e pele.
-Urina: o volume excretado pelos rins diariamente varia de 1000 a 1500 ml. Esta perda é maior em atletas do que em indivíduos sedentários;
- Pele: uma pequena quantidade de água (350 ml ) é eliminada através da pele;
- Fezes: entre 100 a 200 ml de água são perdidos através da eliminação intestinal (70% do material fecal é água);
- Diarréia ou vômito – perda de água pode aumentar para 1500 a 5000ml.
- Vapor de água: a perda de água através do ar expirado é de cerca de 250 a 350 ml/dia. O exercício afeta significativamente esta perda (durante exercícios intensos, cerca de 3,5 ml/minuto de água é perdido através desta via).
Manifestações do organismo em função
da quantidade de água eliminada:
A sede surge geralmente quando as perdas de líquido correspondem à cerca de 1 a 2 % do peso corporal.
Nas perdas equivalentes a 3% do peso, ocorrerá aumento da concentração do sangue.
Ao atingir entre quatro e 5% haverá diminuição (de 20 a 30%) na capacidade de realização de trabalho físico, dificuldade de concentração, dor de cabeça, impaciência e sonolência.
Quando ocorrer perda equivalente a seis e 7% haverá comprometimento severo da regulação da temperatura, formigamento e dormência das extremidades e provável colapso se combinado com calor e exercício.
RECOMENDAÇÕES:
ü Iniciar o exercício bem hidratado;
ü Planejar a ingestão de líquidos durante os treinos;
ü Utilizar líquido na temperatura entre 15 a 20°C;
ü Ingerir de 150 a 200 ml de líquido a cada intervalo de 15 a 20 minutos;
ü Repor 150% do volume perdido entre 2 a 4 horas após o exercício;
ü Refrigerantes e água gaseificada produzem pressão no diafragma, prejudicando a respiração e, por vezes, provocam cólicas e desconforto abdominal;
ü Quanto mais clara e límpida for à urina e com odor suave, maior a tendência de que a pessoa esteja perfeitamente hidratada;
Lembre-se: Na prática de exercícios onde a transpiração é excessiva, se os líquidos perdidos não forem repostos continuamente você estará comprometendo tanto a sua saúde quanto a sua performance.
Prof. Juliano Pereira da Silva
Cref 6953-6/SP
Durante a prática de exercício, somente 25% da energia produzida é utilizada para o trabalho mecânico enquanto que 75% é transformado em calor, que precisa ser liberado para evitar o superaquecimento do corpo (hipertermia). A transpiração é responsável pela dissipação do calor do corpo - que possui em média três milhões de glândulas sudoríparas – sendo essa produção de suor muito variável de indivíduo para indivíduo.
O consumo de água é de extrema importância para a saúde e desempenho do indivíduo. A dificuldade de se manter um balanço entre a perda e o consumo de líquidos ocorre devido a limitações na freqüência da ingestão de líquidos, esvaziamento gástrico e absorção intestinal.
A perda de líquidos é particularmente mais evidente durante a prática do exercício em ambientes quentes e úmidos. Nessa situação, a eficácia do esfriamento por evaporação é dificultada pela alta pressão de vapor do ar ambiente.
A evaporação constitui a principal defesa fisiológica contra o superaquecimento. Assim, calor é transferido continuamente para o meio ambiente enquanto a água é vaporizada a partir das vias respiratórias e da superfície cutânea.
Quando o suor entra em contato com a pele, ocorre um efeito de esfriamento. Por sua vez, a pele tem como função, esfriar o sangue que foi desviado do interior para a superfície. Além da perda de calor por sudorese, cerca de 350 ml de água atravessam a pele diariamente e são evaporados para o meio ambiente.
Através do suor eliminamos calor e junto com ele, a água. Quando essa perda de água atinge entre 1 a 2% do peso corporal, o sistema nervoso é acionado e estimula a ingestão de líquidos pela sensação de sede. Vale lembrar que quando chegamos a ponto de sentir sede há um sinal que o corpo já está em processo de desidratação e tanto a saúde quanto a performance tendem a ficar comprometidas.
São responsáveis pela eliminação de líquido do organismo humano: os rins (urina), trato gastrointestinal (fezes), glândulas sudoríparas e, constantemente, através do trato respiratório e pele.
-Urina: o volume excretado pelos rins diariamente varia de 1000 a 1500 ml. Esta perda é maior em atletas do que em indivíduos sedentários;
- Pele: uma pequena quantidade de água (350 ml ) é eliminada através da pele;
- Fezes: entre 100 a 200 ml de água são perdidos através da eliminação intestinal (70% do material fecal é água);
- Diarréia ou vômito – perda de água pode aumentar para 1500 a 5000ml.
- Vapor de água: a perda de água através do ar expirado é de cerca de 250 a 350 ml/dia. O exercício afeta significativamente esta perda (durante exercícios intensos, cerca de 3,5 ml/minuto de água é perdido através desta via).
Manifestações do organismo em função
da quantidade de água eliminada:
A sede surge geralmente quando as perdas de líquido correspondem à cerca de 1 a 2 % do peso corporal.
Nas perdas equivalentes a 3% do peso, ocorrerá aumento da concentração do sangue.
Ao atingir entre quatro e 5% haverá diminuição (de 20 a 30%) na capacidade de realização de trabalho físico, dificuldade de concentração, dor de cabeça, impaciência e sonolência.
Quando ocorrer perda equivalente a seis e 7% haverá comprometimento severo da regulação da temperatura, formigamento e dormência das extremidades e provável colapso se combinado com calor e exercício.
RECOMENDAÇÕES:
ü Iniciar o exercício bem hidratado;
ü Planejar a ingestão de líquidos durante os treinos;
ü Utilizar líquido na temperatura entre 15 a 20°C;
ü Ingerir de 150 a 200 ml de líquido a cada intervalo de 15 a 20 minutos;
ü Repor 150% do volume perdido entre 2 a 4 horas após o exercício;
ü Refrigerantes e água gaseificada produzem pressão no diafragma, prejudicando a respiração e, por vezes, provocam cólicas e desconforto abdominal;
ü Quanto mais clara e límpida for à urina e com odor suave, maior a tendência de que a pessoa esteja perfeitamente hidratada;
Lembre-se: Na prática de exercícios onde a transpiração é excessiva, se os líquidos perdidos não forem repostos continuamente você estará comprometendo tanto a sua saúde quanto a sua performance.
Prof. Juliano Pereira da Silva
Cref 6953-6/SP
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